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Thais e Milena se destacam no Pan


O Brasil também conquistou finais nas classificatórias do Pan Juvenil e Adulto feminino. No juvenil, não competiram com uma equipe completa devido aos desfalques de Fabiane Valentim e Luisa Kirschmayer, ambas lesionadas. No adulto, apenas finais por aparelhos.

Thais Fidelis está praticamente pronta para a categoria adulta, onde passa a competir a partir do ano que vem. Com séries bem montadas e boas notas de partidas, conseguiu a prata no individual geral (53,250) e vaga em todas as finais por aparelhos exceto solo; Beatriz Simão foi a única brasileira a competir ao lado de Thais e conquistou vaga em todas as finais por aparelhos exceto trave.

Além das classificatórias no Pan, no último fim de semana, no Campeonato Brasileiro de Ginástica, Thais fez uma competição excelente: foi campeã brasileira em todas as finais, conquistando o ouro no individual geral, equipes, solo, salto, trave e assimétricas. Somou 55,425 no individual geral, uma boa nota para um início na categoria adulta.

Leticia Costa e Milena Theodoro também competiram no Pan e conquistaram finais. A ginasta Julie Kim não aparece nos resultados por motivos ainda não esclarecidos (espera-se que não seja uma nova lesão). Leticia está na final de salto e paralela enquanto Milena, que volta de uma lesão, está na final de paralela, trave e solo.

Confira os resultados completos!

Juvenil: equipes, individual geral e classificação por aparelhos.

Texto de Cedrick Willian

Foto: Divulgação

Bernardo Actos lidera nova geração masculina


O ginasta mineiro Bernardo Actos, atual campeão brasileiro juvenil individual geral, lidera a nova geração da ginástica artística masculina brasileira. Com o talento que vem sendo desenvolvido desde muito pequeno, Bernardo está prestes e chegar na categoria adulta como a principal promessa juvenil.

Bernardo tem dois diferenciais dos demais integrantes da seleção: o primeiro é que ele sai do eixo Rio / São Paulo, algo raro na ginástica masculina: o atleta é 100% mineiro e não foi comprado de outro estado; o segundo é sua postura excelente, que faz com suas notas de execução sejam sempre altas.

Ontem, na classificatória por aparelhos e final individual geral e por equipes do Cameponato Pan-Americano Juvenil, conseguiu o ouro no individual geral competindo contra os Estados Unidos, principal concorrente do Brasil na América. Ainda conquistou a prata por equipes ao lado de Diogo Soares, Florencio Rodriguez e Murilo de Souza, e está em todas as finais por aparelhos exceto no salto, onde apresentou apenas um exercício e não tentou vaga na final.

Bernardo somou 82,150 no individual geral sem mostrar tudo o que sabe. O ginasta ainda tem um leque de muitos elementos que acerta nos treinos para entrar na série. Infelizmente não vai passar pelos Jogos Olímpicos da Juventude de 2018, onde poderia ter muito sucesso mas, por outro lado, já poderemos ver o ginasta em ação na categoria adulta a partir do ano que vem.

Com muito renovação e bom trabalho vem sendo construída a ginástica masculina do Brasil. Bernardo está chegando não apenas para mostrar o seu talento como também para confirmar os excelentes resultados e bom direcionamento que permeiam a ginástica masculina do nosso país. Continuem, está dando certo.

Resultados do 1° dia de competições do Pan: juvenil e adulto masculino (adulto compete apenas finais por aparelhos).

Texto de Cedrick Willian

Foto: Orlando Bento

Como fica o Brasil sem Alexandrov?


O ciclo olímpico terminou e, com ele, o contrato do treinador chefe da seleção feminina. O russo Alexander Alexandrov executou um bom trabalho com a Confederação Brasileira de Ginástica e com o Comitê Olímpico Brasileiro (classificar a equipe feminina para os Jogos do Rio); agora, se despede do Brasil com o dever cumprido. Ou não.

Como tudo no Brasil, sua contratação foi feita às pressas e bem em cima da hora. Só na metade de 2013 que Alexandrov começou a trabalhar no país, apenas três anos antes dos Jogos Olímpicos. Isso na cidade de Três Rios, num ginásio "improvisado" tratando-se de treinos de uma seleção de alto rendimento.

Os Jogos do Rio terminaram e a seleção feminina ainda não conquistou sua primeira medalha olímpica. Fica uma questão: qual o conhecimento deixado com a estadia de Alexandrov no Brasil? Qual o legado dos Jogos Olímpicos para a ginástica do nosso país?

Mais uma vez uma situação desesperadora teve que ser desesperadoramente remediada. Mas as causas do desespero provavelmente ainda continuam no Brasil. O que Alexandrov fez, falando de trabalho técnico, foi excelente, mas se tratando de montagem de séries, bastava abrir o código de pontuação da ginástica, disponível gratuitamente no site da FIG, para vários problemas serem resolvidos; isso desde 2008, quando Oleg Ostapenko deixou o Brasil pela primeira vez.

Alexandrov vai embora e pouquíssimos treinadores tiveram acesso a ele. Apenas alguns tiveram a oportunidade de vivenciar e aprender toda a experiência e técnica desse grande treinador. E isso muito por conta da pressa em ter que resolver tantos problemas em apenas três anos. Não houve tempo para os prometidos "camps" e troca de informações, mas, mesmo se houvesse mais tempo, realmente teriam feito isso? A culpa foi do tempo apertado ou da direção que não proporcionou esses momentos para todos os treinadores interessados?

Essa dúvida só não é maior do que a que permeia esse texto. A ginástica feminina brasileira, depois da despedida de mais um treinador milagroso, pode estar, mais uma vez, correndo sérios riscos de beirar o fracasso. Principalmente porque pouquíssimos treinadores foram abençoados com os "milagres" de Alexandrov.

A partir de agora, e de acordo com toda as situações antigas e recorrentes, o esperado é: vamos voltar a cometer os mesmos erros. Mesmo direcionamento, mesmo pensamento e poucas pessoas capacitadas. Até o próximo treinador chegar, quando tudo estiver um caos, e trancar 12 ginastas e 3 treinadores num centro de treinamento, dando o seu máximo para fazer um trabalho de 3 ciclos em 3 anos.

Se a ginástica do Brasil não for avaliada e profundamente estudada, nunca vamos sair dessa. Entra treinador, sai treinador; entra investimento, sai investimento. E assim continuamos, buscando uma medalha que nunca vem, estagnados. A ginástica feminina precisa urgente de uma identidade própria, algo que realmente funcione e se estabilize, como a ginástica masculina fez. E assim, a contratação de um treinador estrangeiro viria para somar a um sistema bem estruturado, e não para atender aos pedidos devotos de COB e CBG.

Ciclo 2016-2020: boa sorte, Brasil!

Texto de Cedrick Willian

Foto: Thomas Schreyer

Brasileiro Juvenil, Pan Juvenil e Pan Adulto por aparelhos


Os próximos dois fins de semana serão de ginástica para o Brasil. A partir de amanhã até o próximo domingo, o Minas Tênis Clube sediará o Campeonato Brasileiro Juvenil de Ginástica Artística. Estarão presentes os ginastas que competirão no Pan-Americano Juvenil, que acontecerá no outro fim de semana em Sucre Chuquisaca, na Bolívia. O país também abrigará o Campeonato Pan-Americano Adulto por aparelhos na mesma data.

A ideia inicial era que o Brasileiro Juvenil servisse de classificatória e seletiva para o Pan-Americano Juvenil, mas devida a proximidade entre as duas competições os ginastas já foram selecionados. Confira abaixo a lista de participantes de todos esses eventos, masculina e feminina.

Campeonato Brasileiro Juvenil

MASCULINO

Minas Tênis Clube


Bernardo Actos de Andrade S. Miranda
Gustavo Henrique Moreira Figueiredo
Rankiel Santos Neves
Yan Rocha Szuecs
Lucas Eduardo Costa de Souza
Mateus Camilo Neves da Silva

Pinheiros

Vinicius Cardoso Silveira
Vinicius Augusto Reis
André Lucas Fiorindo De Moraes
Jalis Rodrigues De Oliveira

Sesi - SP

Gabriel Camoes
Eduardo Reis

Brasil Futebol Clube

Rodrigo Sampaio dos Santos
Felipe Figueira dos Santos
Ytalo Machado Loria
Thauan dos Santos Laia

SERC

Murilo Miguel de S. Pontedura
Getulio Francisco de J. Neto
Gabriel do Espírito Santo
Gabriel Luan da Silva
Vitor Ganancio Ribeiro

GNU

Rafael Salvador
Juliano Oliva
João Marcelo Santiago
Bernardo Vargas Rodrigues

Flamengo

Iago Cruz Retamiro
Guilherme Henrique Mathias de Paula
Josué Soares Heliodoro
Roger Luiz Azarias Gomes

APAM Setor Leste

Vinicius Oliveira B. Machado

SOGIPA

Tales da Silva Damasio

AABB - SP

Tomas Rodrigues Florêncio

Centro Olímpico de São Paulo

Patrick Sampaio Barone
Rogerio Pereira Borges
Julio Cesar Almeida Dionisio

Pira Olímpica - SP

Diogo Brajão Soares

FEMININO

Osasco

Juvenil A

Luiza Helena da Silva

Minas Tênis Clube

Juvenil A

Camila Siqueira Almeida
Júlia Victória Vaz Gonçalves
Letícia Camilo Neves Da Silva

Hortolândia

Juvenil B

Milena Jasper Silva
Ana Carolina Souza Alves
Maria Fernanda Teixeira Jéssica Ribeiro da Silva
Adriely Martasco da Silva
Maria Eduarda Martins Lopes

Fluminense

Juvenil A - Bianca Tavares
Juvenil B - Maria Eduarda Neves

Pinheiros

Juvenil A

Natalia Akemi Yoshimura
Erika Gomes da Silva
Bianca Lima Dias de Sá
Jackelyne Soares Gomes da Silva
Isabel de Almeida Barbosa
Daniela Ciocler Trahtenberg

Prefeitura de São José dos Campos

Juvenil A - Amanda Paulino de Lima

CEGIN

Juvenil A

Thais Fidelis dos Santos
Luiza T. Domingues
Anna Julia M. B. Reis
Fabiane V. de Brito
Giulia K. de Brito
Beatriz F. Lima

Juvenil B - Mayra Vieira dos Santos

SERC

Juvenil A - Laura Salmazo de Freitas
Juvenil B - Helena Bertucci

GNU

Juvenil B - Rafaela Severo Oliva

Flamengo

Juvenil A

Karoline Carneiro da Silva Dias
Maria Julia Ferreira Marques
Beatriz Simão dos Santos
Vitoria Correa da Silva
Natalia do Nascimento Moraes de Jesus

ADC São Bernardo

Juvenil A

Laura Rocha Leonardo
Luisa de Carvalho Kirchmayer
Ana Luiza Araujo dos Santos
Millene Lourenço da Cruz
Júlia Lopes Pereira

ASBAC

Juvenil B

Daniele Farias Rodrigues
Sabrina de Souza Rodrigues

Centro Olímpico de São Paulo

Juvenil B

Nicoly Marques Barreto
Christal Silva e Bezerra

Campeonato Pan-Americano Juvenil


SELEÇÃO MASCULINA

Bernardo Actos
Diogo Brajão
Murilo Miguel de Souza
Tomás Rodrigues

SELEÇÃO FEMININA

Beatriz Simão
Fabiane Valentim
Thais Fidelis
Luisa Kirchmayer

Campeonato Pan-Americano Adulto

SELEÇÃO MASCULINA

Ângelo Assumpção
Caio Souza
Fellipe Arakawa

SELEÇÃO FEMININA

Milena Theodoro
Julie Kim
Letícia Costa

Post de Cedrick Willian

Foto: Ivan Ferreira / Gym Blog Brazil

Análise dos ginastas e países mais condecorados dos Jogos do Rio


Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro deixou um saldo de medalhas nunca vistos antes na ginástica artística. Impressionante como alguns países entraram na elite da ginástica para ficar enquanto outros, já consagrados, tiveram desempenhos extremamente abaixo do esperado.

No balanço, a Romênia, um dos países mais consagrados da ginástica artística, além de deixar de participar com equipes completas pela primeira vez na história dos Jogos, saiu da competição sem nenhuma medalha. A China, por sua vez, conquistou duas medalhas de bronze por equipes, mas acabou sem conquistar nenhuma medalha individual.

Outro desempenho abaixo do esperado foi do Japão, que teve uma classificatória ruim e perdeu várias chances de finais, sem contar que não competiu bem nas finais por aparelhos que participou, finalizando apenas com um bronze de Kenzo Shirai no salto.

A mesmo tempo, Grã-Bretanha aprimorou a experiência olímpica vivida dentro de casa e quatro anos depois dos Jogos de Londres teve um desempenho ainda melhor no Rio de Janeiro. O Brasil conseguiu três medalhas em uma única edição dos Jogos Olímpicos, melhor resultado da história, e a Holanda conseguiu a primeira medalha individual da ginástica artística feminina, um ouro de Sanne Wevers.

Detalhes percebidos durante a montagem dos rankings:

> A China não conquistou nenhuma medalha individual nessa edição dos Jogos.
> O Brasil conquistou o mesmo número de medalhas que o Japão - no quadro geral e na ginástica masculina - e os Estados Unidos - na ginástica masculina.
> Sem Danell Leyva, que era reserva e entrou substituindo John Orozco, a ginástica masculina dos Estados Unidos teria conquistado apenas um bronze.
> Dos 6 ouros possíveis, a ginástica feminina dos Estados Unidos conquistou 4; das 5 pratas possíveis, também conquistou 4.
> Sanne Wevers foi a única ginasta a conquistar um ouro na ginástica feminina além Rússia e Estados Unidos.
> Fora Estados Unidos e Rússia, todos os demais países condecorados da ginástica feminina conquistaram apenas uma medalha de bronze, exceto pela Holanda. A concorrência nas finais por aparelhos da ginástica feminina foi praticamente pelos bronzes.
> A Grã-Bretanha foi o país mais condecorado da ginástica masculina.
> A ginástica russa surpreendentemente teve um dos melhores desempenhos desde os Jogos de Sidney em 2000.

Atletas mais condecorados

1 - Simone Biles (USA) – 4 ouros / 1 bronze (TF, AA, VT, FX e BB)
2 - Max Whitlock (GBR) – 2 ouros / 1 bronze (FX, PH e AA)
3 - Kohei Uchimura (JPN) – 2 ouros (TF e AA)
4 - Alexandra Raisman (USA) – 1 ouro / 2 pratas (TF, AA e FX)
5 - Aliya Mustafina (RUS) – 1 ouro / 1 prata / 1 bronze (UB, TF e AA)
6 - Oleg Verniaiev (UKR) – 1 ouro / 1 prata (PB e AA)
7 - Lauren Hernandez (USA) – 1 ouro / 1 prata (TF e BB)
8 - Madison Kocian (USA) – 1 ouro / 1 prata (TF e UB)
9 - Kenzo Shirai (JPN) – 1 ouro / 1 bronze (TF e VT)
10 - Eleftherios Petruonias (GRE) – 1 ouro (SR)
10 - Fabian Hambuechen (GER) – 1 ouro (HB)
10 - Sanne Wevers (NED) – 1 ouro (BB)
10 - Ri Se Gwang (PRK) – 1 ouro (VT)
11 - Denis Ablyazin (RUS) – 2 pratas / 1 bronze (TF, VT e SR)
12 - Danell Leyva (USA) – 2 pratas (PB e HB)
12 - Maria Paseka (RUS) – 2 pratas (TF e VT)
13 - David Belyavskiy (RUS) – 1 prata / 1 bronze (TF e PB)
14 - Diego Hypólito (BRA) – 1 prata (FX)
14 - Arthur Zanetti (BRA) – 1 prata (SR)
14 - Louis Smith (GBR) – 1 prata (PH)
15 - Giulia Steigruber (SUI) – 1 bronze (VT)
15 - Amy Tinkler (GBR) – 1 bronze (FX)
15 - Nile Wilson (GBR) – 1 bronze (HB)
15 - Arthur Nory (BRA) – 1 bronze (FX)
15 - Sophie Schedder (GER) – 1 bronze (UB)
15 - Alex Naddour (USA) – 1 bronze (PH)
15 - Fan Yilin, Shang Chungsong, Mao Yi, Tan Jiaxin, Wang Yan (CHN) – 1 bronze (TF)
15 - Deng Shudi, Lin Chaopan, Liu Yang, You Hao, Zhang Chenglong (CHN) – 1 bronze (TF)

Países mais condecorados pelo n° de ouros)

1 - Estados Unidos – 4 ouros / 6 pratas / 2 bronzes – 12 medalhas
2 - Grã-Bretanha – 2 ouros / 1 prata / 3 bronzes – 6 medalhas
3 - Japão – 2 ouros / 1 bronze – 3 medalhas
4 - Rússia – 1 ouro / 4 pratas / 3 bronzes – 8 medalhas
5 - Ucrânia – 1 ouro / 1 prata – 2 medalhas
6 - Alemanha – 1 ouro / 1 bronze – 2 medalhas
7 - Grécia – 1 ouro – 1 medalha
7 - Holanda – 1 ouro – 1 medalha
7 - Coréia do Norte – 1 ouro – 1 medalha
8 - Brasil – 2 pratas / 1 bronze – 3 medalhas
9 - China – 2 bronzes – 2 medalhas
10 - Suíça – 1 bronze – 1 medalha

Países mais condecorados pelo n° de medalhas)

1 - Estados Unidos – 12 medalhas
2 - Rússia – 8 medalhas
3 - Grã-Bretanha – 6 medalhas
4 - Japão – 3 medalhas
4 - Brasil – 3 medalhas
5 - Ucrânia – 2 medalhas
5 - Alemanha – 2 medalhas
5 - China – 2 medalhas
6 - Grécia – 1 medalha
6 - Holanda – 1 medalha
6 - Coréia do Norte – 1 medalha
6 - Suíça – 1 medalha

Países mais condecorados na ginástica masculina (n° de medalhas)

1 - Grã-Bretanha - 2 ouros / 1 prata / 2 bronzes - 5 medalhas
2 - Rússia - 2 pratas / 2 bronzes - 4 medalhas
3 - Japão - 2 ouros / 1 bronze - 3 medalhas
3 - Brasil - 2 pratas / 1 bronze - 3 medalhas
3 - Estados Unidos - 2 pratas / 1 bronze - 3 medalhas
4 - Ucrânia - 1 ouro / 1 prata - 2 medalhas
5 - Alemanha - 1 ouro - 1 medalha
5 - Grécia - 1 ouro - 1 medalha
5 - Coréia do Norte - 1 ouro - 1 medalha
5 - China - 1 bronze - 1 medalha

Países mais condecorados na ginástica feminina (n° de medalhas)

1 - Estados Unidos - 4 ouros / 4 pratas / 1 bronze - 9 medalhas
2 - Rússia - 1 ouro / 2 pratas / 1 bronze - 4 medalhas
3 - Holanda - 1 ouro - 1 medalha
3 - Alemanha - 1 bronze - medalha
3 - Suíça - 1 bronze - 1 medalha
3 - Grã-Bretanha - 1 bronze - 1 medalha
3 - China - 1 bronze - 1 medalha

Texto de Cedrick Willian

Foto: 

Muito obrigado!


O Gym Blog Brazil teve sua primeira experiência olímpica nos Jogos do Rio. Ver uma edição dos Jogos Olímpicos no Brasil e com a melhor participação das seleções brasileiras é motivo de muito orgulho e agradecimento.

Agradecemos à Ekipe Luck's, sempre amiga, parceira e preocupada com o blog, assim como Caio Florindo Design, que cuida da manutenção da logo e da página. Agradecemos também aos amigos que torcem pela ginástica e sempre comentam por aqui.

O maior reconhecimento do GBB, na nossa opinião, veio no ano passado, quando o Comitê Olímpico Brasileiro aprovou o pedido de credencial olímpica feito por nós. Vários pedidos importantes do mundo todo foram negados e estamos felizes que, colhendo o fruto de um bom trabalho feito desde 2011, o nosso pedido esteve entre os que foram aceitos.

A estadia no Rio de Janeiro foi do dia 05 ao dia 17 de agosto e, assim como a ginástica, também batemos recordes: ultrapassamos a marca de 3 milhões de visualizações totais e tivemos o maior número de visualizações em um só dia, cerca de 18,600.


Trabalhar durante todos esses dias foi difícil, principalmente porque não estávamos com a equipe completa. Apenas uma credencial foi aprovada e, por mais que tenha sido bom, uma cobertura melhor ainda poderia ser feita. Mesmo assim, o nosso feedback é totalmente positivo e espero que do COB também seja, para que, quem sabe, nos Jogos de Tóquio tenhamos mais pessoas envolvidas na cobertura GBB, especializada em ginástica artística.

Nosso trabalho aqui é voluntário, gastamos nosso tempo e dinheiro realmente porque amamos a ginástica. Apesar de que isso nunca foi motivo para nos fazer parar, esperamos que um dia o reconhecimento também aconteça em forma de investimentos. Qualquer amigo, leitor ou crítico que queira ou saiba ajudar de alguma forma, não deixe de entrar em contato!


Um obrigado especial à ginástica brasileira, por ter conquistado três medalhas olímpicas e mostrado sua cara para o mundo. Que os investimentos e visibilidade aumentem e, consequentemente, as conquistas. Essa competição foi um presente para o Brasil!



Vários nomes poderiam ser mencionados aqui, mas um foi mais que especial durante os Jogos Olímpicos: Luana Lobato, ex-assessora de imprensa da ginástica do Flamengo e amiga de longa data do Gym Blog Brazil, que nos recebeu de forma espetacular no Rio de Janeiro. Sua hospitalidade foi de valor imensurável, não temos palavras para agradecer!

Próxima parada: Mundial de Montreal 2017. Esperamos estar lá, com equipe completa, comentando, passando frio e trazendo o melhor da ginástica para todos que nos acompanham. Estamos tristes com o fim dos Jogos Olímpicos, mas a depressão pós-olímpica não pode ser maior que o amor pelo esporte mais lindo de todos. Continuamos motivados e não vamos parar!

Texto de Gym Blog Brazil - Cedrick Willian, Lucas Rodrigues, Diego Aguiar e Ivan Ferreira / MeloGym.