• Marian Dragulescu vai mal no Mundial e deve ficar fora das finais



    Com a ausência do brasileiro Diego Hypolito e do japonês Zou Kai, as chances de Marian Dragulescu no solo se multiplicaram no Mundial de ginástica artística em Roterdã, Holanda. Mas nesta segunda-feira, no primeiro dia das eliminatórias masculinas, o romeno octacampeão mundial teve mais dificuldades do que o esperado e foi mal nos três aparelhos que disputou, ficando com chances muito reduzidas de disputar finais individuais.

    Dragulescu caiu da barra fixa e teve performances aquém do esperado em seus principais aparelhos. No solo, com baixos 14,300 pontos, o romeno já não tem chances de classificação, ainda que as eliminatórias tenham apenas começado, e no salto, com nota máxima de 15,800 pontos, ele também já está praticamente fora da disputa.

    Vale lembrar, porém, que tal como Diego Hypolito, ausente no Mundial devido a uma cirurgia no tornozelo esquerdo, Dragulescu teve uma séria contusão no pé no último mês de setembro, ficando praticamente sem tempo para treinar antes do campeonato na Holanda. Ainda assim, o romeno quis competir, mesmo afirmando que estava com apenas 70% de sua forma, fato comprovado nas eliminatórias.

    Apesar do mau desempenho de Dragulescu, a Romênia ainda está viva no Mundial. A equipe europeia é a quinta colocada provisoriamente na disputa coletiva, e Flavius Koczi tem boas chances de chegar a pelo menos três finais individuais.

    Ao todo, 13 seleções já participaram das eliminatórias, que seguem nesta tarde com a participação de mais 11 equipes, entre elas os Estados Unidos e a anfitriã Holanda. O Brasil estreia na disputa masculina apenas na terça-feira ao lado de outros 19 times.

    Japonês brilha

    Até agora, o destaque das eliminatórias masculinas tem sido o japonês Kohei Uchimura. Mesmo competindo com fortes dores no ombro devido a uma lesão, o asiático, atual campeão mundial do individual geral, teve performance destacada em quase todos os aparelhos, com direito a 16,333 pontos no salto e 15,366 nas barras paralelas. Atualmente, ele lidera o classificatório com soma de 92,231 pontos, quase três pontos à frente do segundo colocado, o britânico Daniel Purvis.

    Na disputa por equipes, a liderança é novamente japonesa, também seguida pela Grã-Bretanha. Coreia do Sul, França, Romênia, Espanha, Canadá e Colômbia completam a lista dos oito primeiros.
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