• Diego Hypolito opera joelho, mas não tem participação em Londres ameaçada



    Diego Hypolito foi submetido a uma artroscopia no joelho direito na manhã desta sexta-feira, em São Paulo. A operação foi realizada para corrigir uma pequena lesão na cartilagem que incomodou o ginasta no início da semana.

    Com tempo de recuperação previsto para um mês, o atleta do Flamengo, grande esperança brasileira de medalha, não deve ter sua participação nos Jogos Olímpicos de Londres ameaçada.

    “Correu tudo bem na cirurgia. As decisões foram tomadas rapidamente para o tempo de recuperação ser o mais breve possível e ele deve competir na Olimpíada sem problema nenhum”, disse Wagner Castropil, médico que realizou a operação no hospital Samaritano, em São Paulo.

    O intervalo entre a percepção da lesão e a operação foi mínimo. Na última segunda, Diego Hypolito sentiu dores enquanto realizava um treino no Flamengo. No dia seguinte, visitou seu médico e decidiu operar o local para evitar problemas mais graves no futuro.

    A previsão é a de que Diego Hypolito permaneça no hospital até as 15h. Ainda nesta sexta, o ginasta deve começar a fisioterapia para que a recuperação seja a mais breve possível.

    Castropil, cirurgião-ortopedista especialista em joelhos, foi o mesmo que realizou as duas operações mais delicadas de Daiane dos Santos há cerca de quatro anos, quando ela apresentou sua lesão mais delicada.

    Medalha de bronze no Mundial de ginástica do ano passado, em Tóquio, Diego, aos 25 anos, é considerado um dos favoritos na disputa do solo nos Jogos de Londres, em julho. Pela segunda vez na carreira, no entanto, ele sofre com problemas físicos perto da competição mais importante do esporte.

    Em abril de 2008, quando ele era ainda mais favorito à medalha de ouro, também teve de se submeter a uma artroscopia no joelho para poder chegar 100% a Pequim. Não foi a lesão, porém, que o impediu de conquistar a sonhada medalha. Na apresentação decisiva, Diego errou um salto e acabou terminando na sexta colocação.

    Desde então, ele teve problemas médicos ainda mais graves. Em 2009, uma lesão no ombro o impediu de competir inteiro no Mundial de Londres. Em outubro de 2010, uma lesão no pé esquerdo o tirou do Mundial de Rorterdã e o fez passar pela pior cirurgia da carreira, que lhe rendeu dois pinos no local.

    Já recuperado, o ginasta voltou à velha forma no ano passado, com as três medalhas de ouro no Pan de Guadalajara e a vaga para Londres, mas uma dor no ombro o tirou do pré-olímpico.

    Fonte: UOL
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