• Diana Bulimar sofre lesão e está fora do Mundial


    Mais uma baixa no Mundial: Diana Bulimar sofreu uma lesão no joelho e teve que ser operada ás pressas. A ginasta está fora do Mundial que começa no fim do mês.

    Favorita á medalhas esse ano, Bulimar terá que ficar mais de um mês parada antes que retome os treinos. A ginasta estava treinando o duplo esticado com pirueta no solo, e poderia apresenta-lo no Mundial e até mesmo no Nacional Romeno, que está acontecendo esse fim de semana. Agora vai ficar para o ano que vem.

    Espero que mais nenhum ginasta se quebre antes do Mundial. Com a falta de tantos ginastas importantes competindo esse ano, a lista parece mais com uma Etapa forte de Copa do Mundo do que com um Mundial em si.

    Fonte: The Couch Gymnast

     
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    19 comentários:

    1. Uma pena mesmo !!

      Fãs de ginástica que esperavam ansiosamente pelo campeonato terão que se contentar em ver poucos nomes de peso neste evento.

      Tomara que não haja mais nenhuma baixa.

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    2. Será que esse tanto de lesões é uma conseqüência do novo código que está exigindo muito das ginastas? Vejo ginastas treinando duplo com dupla esticado...duplo com tripla e por aí vai... os organizadores do código deveriam pensar nisso....

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      1. Talvez os treinados estejam abusando da dificuldade acrobática , porém cada ginasta tem um corpo, nem toda ginasta e explosiva como as Americanas, nem todas as ginasta conseguem executar um duplo mortal com pirueta no FX, ou um Amanar no VT, mas a vontade de passar as americanas e tanto , que preferem lesionar todas as ginasta!!

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      2. Pode ser. Mas também tem a questão de quererem superar a dificuldade das provas das americanas. Se você quer chegar a ser campeã em alguma coisa, tem mesmo que dificultar.

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    3. Que pena! tenho certeza que Bulimar iria representar a Romênia muito bem.

      Tomara que ela se recupere logo, e que só volte a treinar quando estiver 100% recuperada.

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    4. Acho que essas lesões são "apenas" desdobramentos do código de pontuação que cada vez que passa exige mais das ginastas.

      Para vencer é necessário imbricar Dificuldade e Execução pressionando as ginastas de todas as formas.

      Além disso, em ano pós olímpico o corpo fica cansado da exaustiva preparação para as Olimpíadas, com isso, as ginastas que não tem aquela pausa comum, ficam mais propensas a se machucar

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    5. Esse mundial parece que vai estar entre um dos piores da história, como o de 2005 ou o de 1993.

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      1. O de 93 pelo menos teve o "nascimento" da diva Khorkhina para o mundo, ainda foi um proveito. Mas o de 2005, o que foi aquilo gente?Fora as americanas, tudo mais foi triste.E a Romênia "apenas" com Catalina Ponor...para esquecer aquele mundial, como este.

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      2. Tenho um muro de texto pra falar...

        Mas a lindíssima Khorkina foi em 1994, que foi um ótimo ano: tinha uma Milo com uma melhor forma e sem aquele corte curto horrível, Kochetkova, Mo Huilan, Lilipod crescendo mais e mais, Gogean com todas as dificuldades, um time russo finalmente completo, entre outros.

        1993 foi um ano que Shannon Miller era esperada pra ganhar quase TODOS os ouros da competição, só o do salto que não. Ela não tinha competição: só ela e a Dawes tinham as dificuldades necessárias na época e a Lysenko tava ok mas não 100%. O que eu gostei ali foi de ver a Elena Piskun.
        E a Miller, mesmo com um grande erro no dismount da trave, ganhou. Achei que a maravilhosa Gina Gogean (não entendo os haters...) foi bem roubada do título ali - Miller tinha uma reputação maior e isso pesava, mas se a Miller nunca tivesse errado, Gogean nunca teria vencido porque só tinha 9.8 e 9.9's de start values, então não ligo muito pra isso.

        E bem, 2005, nada a comentar. Pra uma batalha que separou aquela Chellsie e a "Nasty" por apenas 0.001, foi nada emocionante (saindo do assunto: eu acho bem imbecil isso não ter sido considerado empate técnico, as notas aumentavam a cada 0.012,5 mas eles só consideravam o 0.012. Ex: 9.512,5 = 9.512 e 9.525 = 9.525. Nastia perdeu por um arredondamento pra baixo). Mas né, quando se tem uma campeã inespecífica (sorry) como a Chellsie, bom mundial não foi.

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    6. Pensando por um lado, é uma enorme tristeza ver ginastas, principalmente das grandes potências, se lesionando às vésperas de uma grande competição. Mas, por outro lado, isso abre espaço para que outras ginastas, que na maioria não possuem títulos tão expressivos, coloquem seus nomes na história do esporte também, quebrando o monopólio das grandes potências e tendo seus esforços recompensados. Não estou dizendo que acho bom ver atletas se lesionando; estou apenas vendo a situação por outro lado.

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      1. Isso pode dar uma medalha pra essas ginastas "underdog" ou de países sem tradição, mas não faz com que elas sejam lembradas ou coloquem seu nome em algum lugar. Não dá pra ficar muito contente achando que o resultado é apenas uma casualidade, "fluke".

        O que é legal é ver algumas delas ganhando com a casa cheia. Tipo Elena Piskun em 1993, Daiane no mundial de 2003, Patricia Moreno ganhando bronze em 2004. E tem aqueles momentos também como a Jade dando um trabalho pra Shawn Johnson em 2007 (até cair no solo).

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      2. Talvez se os EUA não produzissem máquinas programadas para ganhar medalhas. Depois de todas as lesões que aconteceram, eu já vejo os EUA com ouro no VT, BB e FX e com outra ginasta no pódio com prata ou bronze. Tendo só Mustafina e as chinesas de competidora no AA. Só não ganham o UB porque as ginastas americanas não são boas no aparelho e têm que passar por ginastas que possuem maiores dificuldades neste, como Mustafina e Yao Jinnan.

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      3. Caro anônimo, com casa cheia ou sem casa cheia, o que mais interessa é que quando se lembra da competição que uma ginasta "underdog" venceu é o nome dela que estará nos registros da história. Sem mais!

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    7. E agora, como ficará o time romeno? Sem Iordache e Bulimar a situação vai ficar bem difícil!

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    8. Por que a Daniele também não sofre lesão e se aposenta de uma vez?

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      1. Armaria, nam kk

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      2. Não entendo porque um comentário infeliz como este passa por aprovação.Um individuo que se manifesta através de um "anônimo", sem ter a decência de colocar o seu nome para que seja julgado com a mesma rigorosidade à qual julga uma atleta como a Daniele, não merece, ao meu ver,ter seu comentário aprovado. Uma opinião desrespeitosa com a ginasta e com ela enquanto pessoa. Desejar que um inimigo quebre uma perna já não é la bonita, mas desejar isso a um atleta que nunca lhe fez nada, só pra satisfaze seu desejo é no minimo uma afronta aos que gostam verdadeiramente de ginástica, um esporte tão difícil e que exige tanto de seus praticantes.
        Gláucio

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    9. Gláucio, você tem razão! Peço desculpas pela falta de atenção.

      Querer Daniele lesionada e fora da equipe é uma completa falta de senso de algumas pessoas. Independente de termos uma equipe promissora, Daniele sempre foi necessária, e até hoje, mesmo com 29 anos, continua sendo. No dia que a ginástica do Brasil realmente não precisar mais dela, acredito que ela não estará na equipe mais.

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      1. Concordo plenamente. Assim como foi em 2009, que ela estava acima do peso, fazendo uma série mais meia boca do que a outra. Teve uma etapa de copa do mundo que ela abriu a série com DC, bem coisa de GSL (ginasta de segunda linha). Mas foi a melhor coisa que aconteceu na vida dela, pois em 2010 ela voltou magérrima e só melhorou. No dia que ela não der mais conta, os técnicos estão ai pra isso, para cortá-la se for preciso. Enfim, espero que ela continue sendo competitiva pra encerrar a carreira do jeito que ela quer.
        Gláucio

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