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  • Oleg Ostapenko pode deixar o Brasil


    O ucraniano Oleg Ostapenko, responsável pela equipe do CEGIN (que atualmente abriga metade da seleção brasileira feminina), está deixando o Brasil. O treinador deve começar a treinar a equipe da Bielorrúsia em janeiro de 2016.

    Foi chegado a um acordo sobre todas as condições e uma proposta foi feita. Se tudo der certo, Oleg não estará mais no Brasil no ano que vem, quando sediaremos os Jogos Olímpicos. O acordo e proposta fazem parte dos esforços de Yelena Skripel, coordenadora da ginástica bielorrusa, em levantar a ginástica do país.

    Adicionada a possível contratação de Oleg, o país ainda se movimenta em conseguir cidadania para duas ginastas americanas representarem a Bielorrúsia já no Mundial de Glasgow. As ginastas Alaina Kwan e Kylie Dickson competiram no U.S Classic esse ano e fizeram menos de 54 pontos no individual geral, nota de corte para classificação no P&G Championships.

    Oleg fez muito bem para o CEGIN e seleção brasileira desde que voltou para o Brasil no fim de 2011. O clube aparentemente se encontra em sua melhor fase de qualidade ginástica. As atletas que estão com a saúde em dia atualmente apresentam boas séries e contribuem muito bem para a seleção.

    Post de Cedrick Willian

    Fonte: CTV

    Foto: Divulgação
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    9 comentários:

    1. Nossa. ...o Brasil vai perder muito. E justamente neste momento.
      Esse cara é um dos melhores do mundo. Gente, como podem permitir isso? As únicas conquistas representativa do país, foi sob seu comando.
      Quando ele saiu ficou um buraco. E só agora estava começando a surgir novas esperanças.
      Infelizmente isso é Brasil.
      Nossa cultura de indisciplina, e muita conversa e pouca dedicação. É duro muito difícil mais temos que admitir.
      Qualquer um desanima...
      Querem apostar quanto, que ele fará uma campeã olímpica ainda neste ciclo, se ele for pra la?

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    2. Vcs já tinham visto o novo solo da Julie Kim?
      https://www.youtube.com/watch?v=iYtbo07n7zo
      E a paralela da Jade?
      https://www.youtube.com/watch?v=QaMzl6-0V6g

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    3. Tudo tem um ciclo nessa vida, principalmente no esporte, onde sempre há a necessidade de renovar o conhecimento. Quando Oleg foi pra Rússia depois dos jogos de Pequim, percebi que o corpo técnico brasileiro ficou um pouco sem rumo, com uma safra de ginastas um pouco medianas ou machucadas. Mas agora a situação é diferente.
      Técnicos como Alexandre Cuia, Francisco Porath, Kely Kitaura e Ricardo Pereira (dentre outros), tiveram mais oportunidades de se qualificarem, refletindo em um trabalho lindo e muito promissor. Não existe seleção forte sem um corpo técnico forte, e finalmente nosso país pode se orgulhar disso.
      Na realidade, mesmo com as campeãs olímpicas que formou, Oleg Ostapenko teve sua carreira valorizada aqui. Digo isso, porque quando voltou pra Rússia, foi treinar a seleção juvenil, o que não se encaixa no histórico profissional dele.
      Que ele tenha muito sucesso nessa nova etapa da sua vida profissional, pois com seus erros e acertos, Oleg conseguiu levar o Brasil a um patamar que até hoje não conseguimos retornar, mas se Deus quiser, vamos conseguir.

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      1. Pois é, Rússia. Óbvio que eles não iam aceitar um ucraniano assim, do nada, por mais renomado que fosse. Mesmo tendo aquela Balela politica sobre lingua russa e descendente, a realidade é bem diferente. Tão diferente quanto seria se ele voltasse para a Ucrânia, terra dele, e tão diferente quanto no caso de qualquer outro país, como a Bielorrússia, lugares onde ele seria e será valorizado. Ótimo técnico!

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    4. Me desculpem,mas a ginástica coletiva do Brasil só apareceu pro mundo depois que este consagrado técnico veio pra cá. Ele impôs seu ritmo de treinamento e os resultados foram notórios,sua influência é totalmente presente nos treinadores nacionais.Agora podem me xingar a vontade,mas acho um deperdicio técnicos do calibre de Oleg e Alexandrov em um país que não valoriza um esporte tão lindo,e mais ,meninas que claramente não aceitam um ritmo de treinamento imposto por eles(vide Jade em 2008),claro que temos exceções,e ótimas por sinal,mais isso não basta. Ter nas mãos técnicos de ponta e não ver evolução é de doer,ver veteranas ainda sendo peças principais na equipe é pior ainda.Gostaria de falar ao contrário,e como gostaria,mas não dá.Vai ser duro de assistir em casa tamanho declínio na ginastica feminina,isso se o Brasil se classificar é claro,pois sendo realista tá feia a coisa pra gente,pronto falei.

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    5. Kyla Ross desistiu de participar do Mundial deste ano?

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    6. A minha impressão é que o Oleg nunca ficou muito satisfeito com as condições encontradas com as condições por aqui, e que ele acha, de certa forma, difícil trabalhar com as ginastas brasileiras. Em outros fóruns o pessoal comenta que ele tem preferência por trabalhar num país de língua russa, e que só não volta pra Ucrânia porque lá não há nenhuma perspectiva atualmente (guerra, crise econômica, equipe feminina no fundo do poço, etc).

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