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Bielorrússia - O retorno da potência


Conhecida por formar ídolos e campeões, a Bielorússia sempre foi uma potência na ginástica artística, com medalhistas olímpicos, mundiais e europeus. Porém, desde o fim da União Soviética  - e por vários outros fatores, como a saída de mais de 100 treinadores do país tentados por ofertas excelentes -, a qualidade do esporte no país caiu consideravelmente. Agora, depois de muitos anos, a ginasta Kylie Dickson, que treina nos Estados Unidos, representará o país nas Olimpíadas.

A participação de Dickson nos Jogos do Rio é pequena, apenas um marco do início de um grande projeto que tem tudo para dar certo. Preocupados com o sucesso do esporte no país, que teve Vitaly Scherbo como seu último campeão olímpico em 1996, o Comitê Nacional e a Confederação de Ginástica Bielorussa uniram esforços em retornar à elite internacional. Um país que produziu Nellie Kim, Svetlana Boguinskaya, Ivan Ivankov e tantos outros não pode simplesmente assistir o fracasso atual sem tentar fazer algo.

Para tanto, os ginásios do país foram equipados com aparelhos de última geração e vários outros investimentos financeiros foram e estão sendo feitos. Com ajuda do Ministério dos Esportes, está sendo desenvolvido um estudo profundo dos problemas atuais do esporte, com consultas com especialistas estrangeiros e ideias de marketing. O foco dos treinamentos será nos ginastas juvenis, que já podem começar a apresentar resultados no próximo ciclo.

Oleg Ostanpenko foi contratado como treinador chefe da seleção feminina, além de possuírem Nellie Kim, presidente do comitê técnico feminino da FIG, como vice-presidente da Confederação de Ginástica. O responsável pelo cargo de treinador chefe da seleção masculina ainda não foi definido, mas estão procurando um especialista de alto nível. A proposta de desenvolvimento inclui facilitar o esporte, treinamento da equipe envolvida (médicos, fisioterapeutas, auxiliares, etc) e, talvez o mais importante e que o Brasil ainda não se atentou, desenvolvimento de novos treinadores no país.

Com pensamentos e programas sérios, com tantos interessados envolvidos e com vontade de fazer tudo dar certo, o retorno da potência Bielorúsia está muito perto de acontecer. Portanto, pode ir se acostumando: é provável que em poucos anos você volte a assistir excelentes atletas do país entre os finalistas dos campeonatos mais importantes do mundo.

Post de Cedrick Willian

Fonte: UEG
Foto: Associação de Ginástica da Bielorrússia

Como fica o CEGIN sem Oleg?


Finalmente saiu uma notícia brasileira sobre o saída de Oleg Ostapenko do clube CEGIN. Em entrevista recente ao GBB, Lorrane dos Santos disse que não gostaria que o treinador fosse embora, já que se identifica muito com os treinamentos do ucraniano. Se a saída de Oleg realmente acontecer, como fica o CEGIN sem ele?

É certo que o nível técnico do clube e as séries das ginastas melhoraram consideravelmente após a volta do treinador ao Brasil no fim de 2011. Com parcerias de empresas feitas através de leis de incentivo ao esporte, o clube teve a possibilidade de contratar o grande treinador assim como sua esposa e outros nomes. Assim, a ginástica do CEGIN atualmente não se parece nem um pouco com a apresentada no ciclo 2008-2012.

Lorrane deu um salto gigantesco em suas séries e finalmente mostrou todo o potencial que tinha desde quando era uma promessa juvenil. Daniele Hypólito está com sua melhor ginástica desde que foi vice-campeã mundial de solo no Mundial de 2001 e 4ª colocada no individual geral. Lorena Antunes em nada se parece com a ginasta que deixou o Flamengo há quase 2 anos atrás. Tudo isso é fruto de um trabalho continuado do clube mas o dedo do Oleg não pode ser ignorado.

O medo toma conta da ginástica brasileira com a saída do treinador. Responsabilizado por muitos pelas lesões que aconteceram durante a seleção permanente, Oleg agora tem a admiração da grande maioria dos fãs de ginástica. E a preocupação de todos fica em cima do desenvolvimento das ginastas durante os treinamentos dessa reta final.

Iyrina Illiashenko é apontada como a substituta do treinador. Apesar de ser uma boa treinadora, não conseguiu desenvolver em altíssimo nível os ótimos potenciais que teve em mãos no ciclo de 2008 quando comandou o clube. Sabe-se que Bruna Leal, por exemplo, tinha excelentes elementos e acrobacias que nunca eram arriscados nas séries, essas que sempre contavam com notas de dificuldade baixas focando numa execução alta que poucas vezes acontecia.

Sem Oleg no comando, o clube deve tomar cuidado para não cair na mesmice de desenvolver a antiga fórmula de treinamento e séries que pontuaram as ginastas do último ciclo. Fora isso deve haver um cuidado do COB e da CBG com a situação do CEGIN, que hoje abriga atletas praticamente certas na equipe olímpica. O trabalho não pode parar, principalmente a evolução da equipe nessa reta final de preparação. A ginástica do Brasil precisa parar com essa situação caótica de dar 2 passos pra frente e 3 pra trás.

Post de Cedrick Willian

Foto: Ivan Carvalho / Gym Blog Brazil

Oleg Ostapenko pode deixar o Brasil


O ucraniano Oleg Ostapenko, responsável pela equipe do CEGIN (que atualmente abriga metade da seleção brasileira feminina), está deixando o Brasil. O treinador deve começar a treinar a equipe da Bielorrúsia em janeiro de 2016.

Foi chegado a um acordo sobre todas as condições e uma proposta foi feita. Se tudo der certo, Oleg não estará mais no Brasil no ano que vem, quando sediaremos os Jogos Olímpicos. O acordo e proposta fazem parte dos esforços de Yelena Skripel, coordenadora da ginástica bielorrusa, em levantar a ginástica do país.

Adicionada a possível contratação de Oleg, o país ainda se movimenta em conseguir cidadania para duas ginastas americanas representarem a Bielorrúsia já no Mundial de Glasgow. As ginastas Alaina Kwan e Kylie Dickson competiram no U.S Classic esse ano e fizeram menos de 54 pontos no individual geral, nota de corte para classificação no P&G Championships.

Oleg fez muito bem para o CEGIN e seleção brasileira desde que voltou para o Brasil no fim de 2011. O clube aparentemente se encontra em sua melhor fase de qualidade ginástica. As atletas que estão com a saúde em dia atualmente apresentam boas séries e contribuem muito bem para a seleção.

Post de Cedrick Willian

Fonte: CTV

Foto: Divulgação

Cegin demite técnicos e ameaça fechar as portas

Centro de excelência de Curitiba perde apoio da LiveWright, dispensa 220 meninas e traça plano de emergência para as atletas de ponta



Se em crises financeiras anteriores o clima de incerteza pairava pelo Centro de Excelência em Ginástica (Cegin), desta vez o risco de fechar as portas é real. No ginásio no bairro Capão da Imbuia, em Curitiba, onde treinam ginastas da seleção brasileira, as 220 meninas em fase de desenvolvimento no esporte hoje receberão a notícias de que cinco de seus técnicos foram demitidos e que estão dispensadas a partir de 1.º de novembro, quando não receberão mais aulas.

Para as 27 ginastas do alto rendimento – algumas delas, como a veterana Daniele Hypolito, integrantes da seleção brasileira – um plano de emergência lhes dará sobrevida até o final de novembro. “Depois, o risco de fechar o ginásio é real. Os técnicos estrangeiros têm seu contrato vencendo dia 30 de outubro, mas se comprometeram em trabalhar de graça. Depois, não sei”, diz a presidente da Federação Paranaense de Ginástica, Vicélia Florenzano. Entre os técnicos estão os ucranianos Oleg Ostapenko e sua mulher, Nadiia, e Irina Ilyaschenko, que, a partir do final do mês, estarão desempregados e não descartam o retorno ao Leste Europeu.

A falta de verba é porque a LiveWright, entidade privada sem fins lucrativos formada com a intenção de fomentar o esporte olímpico no Brasil, não renovou seu contrato com o Cegin, retirando o apoio à ginástica artística (no início do ano, a instituição já havia recuado no investimento a uma equipe de ciclismo no Rio de Janeiro). Assim, o Centro fica sem o aporte de R$ 2,4 milhões, recebidos via Lei Federal de Incentivo ao Esporte e gerenciado pela LiveWright.

A responsável pelo projeto da ginástica artística no LiveWright, Karina Blanck, explica que a entidade optou por encerrar a parceria porque o projeto estava dando prejuízo ao grupo de conselheiros que forma a entidade – entre eles estão os empresários João Paulo Diniz (Grupo Pão de Açúcar), Roberto Klabin (Klabin) e o tenista Gustavo Kuerten.

“Nos dois anos que atuamos com a Cegin, levantamos por volta de R$ 6 milhões via lei de incentivo, mas, os conselheiros tiveram de injetar recursos próprios, por razões diversas e o projeto se mostrou insustentável”, explica Karina. A vinda da ex-ginasta bielorrussa Nellie Kim, dona de cinco medalhas olímpicas e contratada como consultora da equipe curitibana, foi um dos custos bancados com recursos próprios dos conselheiros da LiveWright.

O problema, diz Vicélia, é que a época do ano em que o contrato venceu deixa pouca margem para se conseguir outro investidor. “A Cielo [empresa que já fazia a renúncia fiscal em favor da Cegin, via lei de incentivo] informou que segue conosco, mas não é o suficiente. A LiveWright cumpriu todos seus compromissos conosco, mas confirmou a saída em um período em que não existe verba em lugar nenhum. Tenho investidores que afirmam que vão nos patrocinar a partir de dezembro. Mas, via lei de incentivo, esse dinheiro só chegará a partir de fevereiro [de 2014]. O problema é saber como ficar em pé até dezembro”, fala.

Governo promete sobrevida

Para manter o Cegin funcionando entre novembro e fevereiro – quando a Federação de Ginástica calcula que terá verbas via Lei Federal de Incentivo ao Esporte, com novos apoiadores – são necessários R$ 300 mil, usados para o pagamento de técnicos, manutenção de seguro saúde das ginastas e aluguéis das quatro casas para atletas e treinadores.

“Passei por muitas crises, que já esqueci. Esta é pior porque envolve demissões e dispensas”, diz Vicélia Florenzano. A dirigente conta que tem usado a verba do patrocínio firmado com a montadora Renault, no valor de R$ 1 milhão, para pagar rescisões de contrato e na parte de recursos humanos. A valor era para reformas no Cegin.

O secretário estadual do Esporte, Evandro Rogério Roman, afirma que solicitou apoio do Ministério do Esporte para assumir os custos a partir do final deste ano. “Caso não seja possível, envolveremos diretamente o governo estadual. O fechamento da Cegin não vai acontecer”, garantiu. Vicélia, no entanto, é menos otimista: “Tenho procurado ajuda de muita gente e recebido muita solidariedade, mas nenhum retorno. Solidariedade não se transforma em dinheiro, a única coisa que nos falta”, desabafa.

Quando firmou convênio com a LiveWright, em março de 2011, o Cegin saía de outro período ruim: havia perdido o aporte anual de R$ 434 mil da Caixa Econômica Federal.

Saúde de mulher fez Oleg Ostapenko cogitar volta à Ucrânia


O ucraniano Oleg Ostapenko, técnico de ginástica que encabeça um projeto de formação de atletas em Curitiba, cogitou retornar ao seu país no começo deste ano, quando sua mulher, a também treinadora Nadja, foi diagnosticada com um câncer linfático.

Abalado, Oleg quis voltar ao seu país, mas foi convencido pela própria mulher e pela filha a ficar no Brasil, que teria melhores condições para tratar da doença.

Nadja se recuperou e está na etapa final de tratamento, mas ainda não voltou ao trabalho no ginásio.

A mulher tem papel fundamental no trabalho de Oleg no Brasil. Antes de decidir pelo país, o técnico era cobiçado por Rússia, Ucrânia, China e Austrália.

A estratégia dos dirigentes brasileiros foi seduzir primeiro Nadja, que veio antes e convenceu o marido.

Agora, aos 68 anos, Oleg se diz cansado e não confirma a renovação de seu contrato, que vence em setembro. "Pode ser, pode ser", repete ele sobre a possibilidade de permanecer no país.

A indefinição parece não preocupar a direção do projeto em Curitiba.
"Sempre que chega a época de renovar o visto de trabalho dele, acontece isso", afirma Eliane Martins, coordenadora do projeto. "É bobagem, ele vai renovar."

Oleg cita outro fator para continuar seu trabalho no Brasil. O COB negocia para trazer o técnico russo Alexander Alexandrov para treinar a seleção feminina.

"Ele é meu amigo e já disse a ele que, se ele vier, eu vou ajudá-lo", afirmou.

Sem participação da confederação brasileira e do COB, os empresários que sustentam o projeto têm apoio do governo do Paraná e de patrocinadores, que bancam o orçamento anual de mais de R$ 3 milhões.

Projeto de ginástica artística no Paraná começa a dar primeiros frutos



Em dezembro do ano passado, duas ginastas brasileiras da categoria juvenil foram para a Rússia disputar a Voronin Cup, evento que reuniu 130 atletas de 27 países, e voltaram de lá com resultados expressivos. Mariana Oliveira e Ana Flávia do Espírito Santo conquistaram quatro medalhas na competição, uma das mais fortes do mundo. Além do sucesso, as duas também partilham da mesma origem: são ginastas apoiadas por uma parceria entre a Federação Paranaense de Ginástica (FPRG) e o Movimento LiveWright.

Iniciado oficialmente em março do ano passado, o projeto de ginástica artística, que tem por base o Centro de Excelência de Ginástica (Cegin), em Curitiba, se divide entre o apoio a atletas de alto-rendimento e projetos sociais no interior do estado. Ao todo, são 18 ginastas, de 10 a 20 anos, que são treinadas no Cegin sob a supervisão do ucraniano Oleg Ostapenko, que revelou Daiane dos Santos e ajudou a levar a ginástica nacional a um patamar mais alto.

Dona de cinco medalhas de ouro em Olimpíadas, a ex-ginasta bielorrussa Nellie Kim é a conselheira internacional da parceria. Foi a influência dela e de Oleg que ajudaram a alinhavar o convite para a disputa da Voronin Cup em Moscou.

- Damos apoio médico, fisiológico, uma bolsa-auxílio, toda a estrutura que as ginastas precisam. Em menos de um ano, já conquistamos sete títulos internacionais - ressalta a coordenadora-geral do projeto, Karina Blanck.

Em um período de transição na ginástica nacional, a parceria entre a FPRG e o Movimento LiveWright desponta como uma fonte de novos talentos para os próximos ciclos olímpicos. Em Londres-2012, três ginastas que treinam com a equipe foram convocadas para a Seleção Brasileira - Harumy de Freitas, Bruna Leal e Ethiene Franco - e a expectativa é que esse número aumente nas próximas edições dos Jogos. Entre as candidatas estão Mariana e Ana Flávia, que já entregaram seus cartões-de-visita na competição em Moscou.

- Meu objetivo para a carreira é ganhar medalhas em Olimpíada. Não sei ao certo quando estarei no auge técnico e físico. Talvez quando chegar aos 17 anos, em 2016 - estima Ana Flávia, de 13 anos.

ESCOLAS DE TALENTO ATENDEM 200 CRIANÇAS NO INTERIOR DO ESTADO

Em paralelo ao trabalho de alto-rendimento na capital paranaense, a parceria FPRG/LiveWright também leva a ginástica artística ao interior do Paraná. Através de convênios com oito prefeituras, que cedem espaço para a instalação das Escolas de Talento, o projeto atende a 200 crianças de 5 a 9 anos.

- Nas escolas, nosso trabalho tem um aspecto mais social. Por ora, procuramos expandir essa atuação dentro do estado, mas estamos abertos a parcerias de fora também - explica Karina Blanck.

Os recursos para manter o projeto são captados através da Lei de Incentivo ao Esporte e patrocinadores privados.

O QUE É O LIVEWRIGHT

Fundado por um grupo de empresários em 2011, o movimento tem por ideal desenvolver o esporte olímpico brasileiro. Sem fins lucrativos, o LiveWright deseja preparar campeões a partir dos Jogos de 2016 e deixar para o esporte brasileiro um legado de profissionalismo e gestão competente.

Fonte: http://esportes.opovo.com.br/app/esportes/minuto/2013/01/19/noticiaminutol,2496835/projeto-de-ginastica-artistica-no-parana-comeca-a-dar-primeiros-frutos.shtml

Daiane está de volta à Curitiba e se prepara para novos desafios



Daiane volta a treinar com Oleg Ostapenko e afirma, na entrevista abaixo, que tem lembranças boas de Curitiba.

Oleg aceita treinar atletas, mas descarta assumir seleção de ginástica em crise



Oleg Ostapenko, responsável pelo melhor momento da seleção feminina de ginástica artística, não será o responsável por levar a equipe aos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. O projeto que conta com o ucraniano em Curitiba diz estar de portas abertas para atletas que estejam interessadas em trabalhar com ele, mas que o técnico não vai se responsabilizar pela conquista da vaga que será disputada em janeiro de 2012.

"O Oleg chegou agora ao Brasil. As atletas que quiserem ir até Curitiba para estágios com ele serão bem recebidas. Agora, ele não vai ter responsabilidade sobre isso. Ele não tem vontade de assumir esse compromisso [de classificar para os Jogos de Londres] de curto prazo, porque todo o nosso planejamento é mais longo”, disse o empresário João Paulo Diniz, membro do Conselho do Movimento LiveWright, responsável pelo projeto que trouxe Oleg de volta ao país.

O ucraniano foi o responsável pelo treinamento da seleção feminina de 2002 a 2008, período em que o Brasil conquistou medalhas em Copas do Mundo e Mundiais e obteve suas melhores colocações olímpicas. Oleg deixou o país após os Jogos de Pequim sob acusações de que seus métodos incluíam humilhação e excesso de rigidez no trato com as atletas adolescentes em Curitiba, sede da seleção permanente.

Desde então, no entanto, a ginástica brasileira decaiu. Apesar de alguns bons resultados em etapas da Copa do Mundo, a seleção foi mal no Mundial de Ginástica Artística em Tóquio, no início de outubro. As esperadas vagas olímpicas não vieram tanto no individual como no coletivo, e a última chance das meninas irem a Londres é no Pré-Olímpico que acontecerá em janeiro.

Durante o Pan de Guadalajara, em outubro, Daiane dos Santos manifestou sua vontade de ver o retorno da seleção permanente. A ginasta gaúcha revelou, inclusive, que faria uma visita a Oleg Ostapenko em Curitiba neste mês de novembro (não confirmada por João Paulo Diniz).

Esta possibilidade, no entanto, já estava praticamente descartada. Oleg é ligado à gestão anterior da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), cujas principais dirigentes também estão envolvidos no novo projeto do ucraniano em Curitiba. Além disso, Daniele Hypolito também manifestou sua desaprovação à ideia.

A atleta do Flamengo disse que não abre mão de seu atual treinador, deixando claro o racha na equipe. Adrian Nunes, favorável à seleção permanente, chegou a dizer que as meninas fizeram uma reunião para resolver os problemas entre si, mas não conseguiram chegar a um consenso. Segundo ela, as meninas falam mal das outras “por trás”.

Alheio à crise interna da seleção, João Paulo Diniz entende ser difícil uma volta de Oleg mesmo que haja um convite. “Nós fizemos uma reunião e decidimos que não podemos deslocá-lo do Cegin [Centro de Ginástica de Curitiba]”, disse o empresário.

Fonte: Uol

Sobre Oleg Ostapenko



O post anterior está dando o que falar, e não era a minha intenção. Pretendo esclarecer tudo o que penso aqui, e ao mesmo tempo responder os comentários de alguns leitores.

Quando eu falo do Oleg em situações como a do post, não quer dizer que eu não goste dele ou que eu desvalorize ele. Pelo contrário, acho Oleg um dos melhores treinadores do Mundo. Quantas campeãs a Ucrânia não teve? Quantas finalistas nos Jogos Olímpicos de 2000? O profissionalismo dele é inegável. O que acontece é que tem gente que super desvaloriza os treinadores do Brasil e eu já cansei de citar exemplos de como as ginastas já eram boas mesmo antes dele chegar...Daniele foi prata no solo no em 2001, 4ª no geral em 2001, Daiane foi finalista de solo em 2001, foi medalhista de prata e bronze no pan-americano de 99. Até mesmo Luisa Parente...Jade, no Brasileiro de 2004, ganhou das meninas que já estavam em Curitiba na seleção permanente, sem pisar fora do Flamengo. E isso quando ela era apenas uma juvenil...Isso tudo em uma época em que a ginástica do Brasil não tinha um pingo de apoio e patrocínio. Talvez se Luisa Parente tivesse tido a oportunidade de viajar o mundo em todos os campeonatos e copas do mundo, e mostrado o seu potencial por mais vezes, poderia ter ganho um pouco mais de respeito internacional...

Não quero convencer ninguém da minha opinião. Mas não posso aceitar calado comentários do tipo "o Brasil só existiu no cenário internacional depois de Oleg e seleção permanente". A maioria dos comentários que ouço de quem apóia a seleção permanente são iguais a esse ou com base nesse. É muito infeliz e desestimulante achar que o Brasil nunca mais terá ginastas como Daniele e Daiane foram em 2001, como a seleção do Pan de 99, porque é isso que comentários como "o Brasil não é nada sem Oleg" me fazem entender.

Estou muito feliz com a volta de Oleg ao Brasil. Espero que ele contribua mais ainda com a ginástica brasileira como ele fez durante o tempo que esteve aqui. De forma alguma eu sou contra a vinda de técnicos estrangeiros para o Brasil. Pelo contrário, eu apóio! Os EUA está lotado de técnicos estrangeiros e é uma grande potência na ginástica. A grande diferença é que nos EUA o conhecimento da ginástica é difundido, o esporte é popularizado, tem um campeonato todo fim de semana...a política de desenvolvimento da ginástica é completamente diferente do que aconteceu com Oleg por aqui. Os técnicos estrangeiros que aparecem por lá não ficam dentro de um ginásio guardando os segredos de um bom treinamento debaixo de sete chaves.

Com Oleg por aqui, a ginástica, que já era boa, ficou ainda melhor! Sorte dos técnicos que puderam acompanhar os treinos de perto, acrescentaram mais conhecimentos aos que eles já tinham, e hoje estão aí, ajudando a melhorar a ginástica do Brasil. O técnico Roger Medina, por exemplo, foi um dos que mais ficou em Curitiba com o Oleg. Hoje ele está em Barueri, formando ginastas, descobrindo talentos e já deu um curso em São Paulo (que eu tive a oportunidade de assistir). Está fazendo a parte dele com tudo que aprendeu. Tudo que ele faz é o grande sonho de vários treinadores aqui do Brasil: serem capacitados para formarem grandes atletas! Quantos desses sonhadores não quiseram também ter tido a oportunidade de estar em Curitiba com Oleg? Ou fazer pelo menos um curso de capacitação com ele?

Sempre vou defender os técnicos brasileiros. Sempre vou valorizar o que eles fazem e fizeram. O mínimo que eu posso fazer é apoiar nesse sentindo, tendo a esperança que o conhecimento da ginástica seja espalhado para todos os que tenham interesse. Essa seria a cura para um 14º lugar no mundial, ao invés de ficarmos dando remédios para disfarçar a dor toda vez que a ginástica precisasse.

O Oleg está aqui pra ajudar sim! Uma ajuda sem tamanhos...Só espero que essa ajuda seja viabilizada da forma correta, para que todos que queiram tenham acesso ao conhecimento e consequentemente ajudem no crescimento da ginástica do Brasil.

Resposta aos comentários do post anterior...

"ée ela pode não ter sido treinada pelo Oleg,poréem o treinamento dela não foi feito somente pela Keli,ela treinou por quase dois anos com os tecnicos de Curitiba e principalmente por Iryna,então o que ela faz hoje é consequência do treino que ela teve em Curitiba,do contrario ela não faria metade do que faz "

Prezado anônimo: tudo bem pensar assim. Só penso que a técnica Keli Kitaura não ficaria feliz ao ouvir que metade de tudo que ela faz não se deve a ela. Acho que ela pode largar de ser treinadora então, já que tudo que ela puder fazer pela atleta dela sempre será 50% a menos do que se espera...


"Cedrik isso eu acho errado tbm, num tem que desvalorizar... mas tbm tem gente que faz ao contrario... sabe qual maior problema que vejo??? É falta de "administração"... parece que em muito pontos utilizam aquele jeitinho brasileiro, que não só na ginastica num da certo, como em outras coisas tbm... as potencias tbm sofrem com lesões e grandes talentos perdidos, mas tem o planejamento bem feito, é investido nos técnicos, entre outras coisas, um dos motivos de conseguirem ser "grandes"... assim como em outras grandes potencias do esporte. Na minha humilde opinião de quem não está no meio das pessoas que trabalham na ginastica, deveriam trabalhar em conjunto e não como rivais... num sei se é assim, mas parece uma disputa de egos, que esquecem a principal finalidade que é a ginastica. Parece a batalha entre "as felizes do Flamengo" contra "as infelizes do Cegin". Eu vejo assim, é triste isso, cade a união?? que lindo foi ver os meninos tão unidos vibrando no Mundial e com um planejamento excelente e chegando mais longe do esperavam...

Quando surgiu as noticias do investimento no Cegin, muita gente querendo desvalorizar, mas deveriam ficar felizes e torcer pra que de certo pq pode se expandir pra outros estados e quem sabe outras empresas possam fazer isso com outros clubes e melhorarmos cada vez mais...

Enfim só um desabafo de quem torce muito pra nossa ginastica..."

Patrícia: comentário 100% apoiado! Você realmente me entendeu...


"Infelizmente, acho o Cedrick muito polemico.
Minha opiniao."

Renato: ok. Polêmicas são geradas a todo o momento, por mais simples que sejam. Muitos, que não me acham polêmico, vão discordar da sua opinião. Aí você, expondo seu comentário dizendo que eu sou polêmico, acabou de gerar uma polêmica. Troco o "infelizmente" pelo "felizmente". Fico feliz porque se estou conseguindo gerar uma discussão em cima de um assunto que eu acho interessante é porque minha opinião, de alguma forma, é valorizada.

"Prezado, primeiramente gostaria de parabenizar pelo blog. Porém, é muito importante a realidade do que é postado para não causar uma falsa imagem aos leitores. A menina em questão realmente NÃO FOI TREINADA DIRETAMENTE PELO GRANDE OLEG OSTAPENKO.Todavia, é fato que ela passou quase dois anos sendo treinada pela Iryna (com auxílio da Molinari e Keli) em Curitiba. A própria Keli tenho a mais absoluta certeza que não irá negar que boa parte do que aprendeu na ginástica foi com o Oleg e com a Iryna. Isso não diminui em nada o Talento do treinador brasileiro. Espero que esse talento continue seu processo evolutivo na ginástica independente de qualquer coisa mas esse registro REAL deve ser feito. O resto só o tempo dirá...
Dá uma olhada no resultado do brasileiro infantil de 2002 esse resultado É UMA PEQUENA AMOSTRA do trabalho do Oleg quando teve oportunidade de treinar atletas mais jovens (curioso é o que aconteceu depois disso, ele não pôde mais trabalhar com a base).
O que não podemos aceitar é o retrocesso de falarmos em uma ou duas atletas. Apartir de quando conseguimos classificar equipe completa para olimpíada?
congratulações a todos!!!!"

Amani: conseguimos classificar uma equipe completa para uma Olimpíada no Mundial de 2003. Mas isso não é mérito só do Oleg. No mundial de 2001 a equipe feminina terminou em 11º lugar, ou seja: a classificação estava prestes a acontecer!!! Ele chegou na hora do "bem bom" e levou o mérito todo sozinho...

Veja se consegue me entender...a equipe masculina de ginástica está prestes a conquistar uma vaga olímpica. Vem lutando e crescendo muito. Sozinha. Vamos supor que, de repente, o bielorusso vire o técnico principal da equipe brasileira. Aí eles conseguem a classificação. Aí o mérito é dele...dele? Com certeza é dele. Só agora que eles conseguiram, quando ele virou técnico da seleção, não é verdade? Mas peraí...alguém se lembra do Marcos Goto? Do Renato Araújo? Não foram esses que estiveram lutando aqui, por tantos anos, para que esse fato inédito acontecesse???


Espero que entendam a minha opinião, assim como entendi e entendo a opinião de cada um por aqui. Continuem comentando sempre.

Projeto de ginástica com Oleg custa R$ 3 mi e quer atender até 20 mil crianças



O projeto que trouxe Oleg Ostapenko de volta ao Brasil vai custar R$ 3 milhões somente no primeiro ano. O investimento, no entanto, não deve parar aí. Apresentado nesta terça em São Paulo, o técnico ucraniano vai ser a estrela de um projeto que pretende atender cerca de 20 mil crianças em 32 centros espalhados pelo Paraná.

A ideia é uma parceria entre a ONG Live Wright, comandada por empresários entusiastas do esporte; o Governo do Estado do Paraná; e a Federação Paranaense de Ginástica (FPRG). Oleg vai comandar o espaço principal, no Centro de Excelência de Ginástica (Cegin) de Curitiba, antiga casa da seleção permanente, que ele comandou de 2002 a 2008.

Desde os Jogos Olímpicos de Pequim, o técnico e sua mulher, Nadijia, estavam na Rússia treinando o time de juvenis do país. Juntos foram campeões europeus da categoria depois de 15 anos de jejum do país na competição. Agora, o casal volta ao Brasil para lidar com as atletas de elite do Brasil.

“Na primeira passagem, o Oleg me disse uma vez que se queríamos atender todas as crianças, não faríamos alto rendimento. Para darmos resultado, precisamos trabalhar só com as melhores, para que não se cobre além da conta uma menina que talvez não tenha tanta capacidade”, disse Eliane Martins, secretária-geral da FPRG.

Enquanto Oleg trabalhará com a elite em Curitiba, até 2015 32 municípios devem ser atendidos pelo projeto, que tem parceria com as prefeituras das cidades. O governo local cede o espaço e o movimento Live Wright fornece os profissionais necessários, devidamente treinador pelo ucraniano no centro principal.

Nestas unidades-satélites, o atendimento não ficará restrito às crianças mais talentosas. O foco passa a ser o esporte de participação, sem cobrança de resultados. Nesse cenário, os idealizadores esperam atingir até 20 mil crianças até 2015.

Fonte: uol.com.br/esporte/ginastica

Ucraniano Oleg Ostapenko volta ao Brasil para comandar ginástica no Paraná



O ucraniano Oleg Ostapenko, que treinou a seleção brasileira de 2002 a 2008, está de volta ao Brasil. O técnico veio a convite do movimento Live Wright, capitaneado pelo milionário João Paulo Diniz, e vai comandar um projeto de ginástica olímpica no Paraná.

Os responsáveis pela contratação de Oleg comunicaram a imprensa sobre o acordo nesta quarta. O ucraniano será apresentado em São Paulo na próxima terça, em evento com os cartolas ligados ao projeto do Centro de Excelência de Ginástica (Cegin), de Curitiba, mesmo local que recebeu a seleção permanente na primeira passagem do treinador.

A nova empreitada envolve o LiveWright, movimento capitaneado por entusiastas do esporte que pretendem investir no esporte até 2016. João Paulo Diniz, herdeiro do grupo Pão de Açúcar, é um dos nomes ligados ao projeto, que ainda conta com o apoio de Viviane Senna (irmã de Ayrton) e Gustavo Kuerten, entre outros.

A ideia é usar a estrutura da antiga seleção permanente para montar um centro de excelência do esporte sem a interferência direta da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).

Na apresentação de Oleg Ostapenko também estarão presentes Vicélia Florenzano, presidente da Federação Paranaense de Ginástica (FPG); Eliane Martins, secretária-geral da FPG; a atleta Harumy Freitas e Evandro Roman, secretário de esportes do Paraná.

Fonte: UOL

Em boa fase, Dani Hypolito torce pelos retornos de Daiane e Laís, mas confia em novatas


A medalha de bronze no salto conquistada por Jade Barbosa no Mundial de ginástica artística disputado em Roterdã, há duas semanas, foi sem dúvida o grande resultado do Brasil na competição. Entretanto, as performances de Daniele Hypolito foram as que mais chamaram a atenção da imprensa internacional. Ausente do último Mundial (Londres-2009), a veterana voltou a competir em alto estilo, com boas apresentações em pelos menos três aparelhos e uma vaga na final do individual geral.

Os bons resultados no Mundial, com destaque em suas séries de solo, deixaram Daniele com sensação de dever cumprido. “Eu cumpri meu objetivo, que era mostrar para as pessoas que eu estava voltando. Fui muito comentada, e as pessoas ficaram contentes por eu estar lá”, afirmou a ginasta em entrevista ao UOL Esporte.

Quando fez história em Ghent-2001 ao se tornar a primeira brasileira a conquistar uma medalha em Mundiais, Daniele Hypolito já se destacava como uma atleta generalista, aquela que tem regularidade em todos os aparelhos. Foi assim que disputou a final do individual geral nas Olimpíadas de Sydney-2000 e Atenas-2004, nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo-2003 e Rio de Janeiro-2007 e no Mundial de Melbourne-2005.

Entretanto, após o Mundial de Stuttgart, em 2007, a paulista radicada no Rio de Janeiro viveu uma queda na carreira e deixou de fazer séries nas quatro provas da ginástica feminina (solo, salto, trave e barras assimétricas). Foi assim na Olimpíada de Pequim-2008 e nas poucas provas que disputou no ano passado, quando viveu sua pior fase.

Fora do último Mundial em razão de problemas físicos e técnicos, Daniele resolveu dar a volta por cima. Perdeu peso neste ano e dedicou-se integralmente aos treinos. Como resultado, ganhou uma vaga na final do individual geral em Roterdã.

“Foi uma surpresa, porque eu tinha esperança de competir bem, mas eu não esperava chegar na final já neste ano”, admitiu. “As coisas aconteceram rápido demais pra mim nesse ano. Primeiro foram as medalhas da Copa do Mundo [dois ouros em um bronze na etapa de Portugal]. Depois, ganhei o Campeonato Brasileiro, quanto conquistei meu nono título nacional. E depois fui medalhista do Pré-Pan [prata no salto e por equipes]. No Mundial, eu só queria competir bem. Fiz minha parte. Eu estava feliz de estar lá competindo, de fazer da ginástica o que eu sou”.

Na Holanda, Daniele destacou-se no solo e no salto, arrancando elogios até de um velho conhecido, o ucraniano Oleg Ostapenko, que foi técnico no Brasil na última década e agora chefia a seleção de ginástica da Rússia. “Ele veio falar comigo e disse que ficou impressionado com o meu salto, que antes não era bom. Outros técnicos tinham me visto na Copa de Portugal e também elogiaram”, contou.

De volta ao alto nível de competição, Daniele, que também ficou satisfeita com o retorno de Jade Barbosa à seleção, agora espera a volta de outras duas ginastas que marcaram a geração de ouro da modalidade no país: Daiane dos Santos e Laís Souza.

Atletas do Pinheiros, as duas voltaram a treinar após passarem por duas novas cirurgias e já manifestaram o desejo de fazerem parte novamente da seleção brasileira.

“Isso quem determina não sou eu, mas eu agradeceria se elas voltassem. Como não sou eu que decido, não posso opinar, mas há uma comissão muito grande cuidando da seleção, e eles vão olhar isso com bons olhos”, afirmou Daniele, que revelou acompanhar, mesmo de longe, a evolução das antigas companheiras. “Eu converso um pouco mais com a Laís, mas com essa correria, não tenho falado tanto com ela. A Daiane eu não vejo desde a Olimpíada, mas quando soube que ela tinha disputado o Estadual [Campeonato Paulista], fui ver a série dela e achei que ela estava bem”.

Apesar de torcer pelo retorno de Daiane e Laís, Daniele Hypolito também mostra confiança nas novas atletas da seleção, embora os resultados da atual geração ainda não sejam expressivos. “A Bruna [Leal] e a Priscila [Cobello] são novas, a experiência vai ajudá-las a se destacarem. Elas só precisam de experiência e tempo para engrenarem”, avaliou a veterana, esperançosa em um bom resultado do Brasil no Mundial do ano que vem, em Tóquio, quando as oito seleções mais bem classificadas garantirão vaga nos Jogos de Londres-2012. “A volta da Jade foi tão boa quanto a minha, e a gente só tem a agradecer. No ano que vem, a gente tem chance sim de ficar entre as oito primeiras e se classificar diretamente à Olimpíada, sem ter que passar pelo último pré-Olímpico”.

Ostapenko será treinador da equipe russa juvenil


Oleg Ostapenko,ex-treinador da Ucrânia e do Brasil,treinará a equipe feminina russa juvenil,segundo anuncio da própria Federação Russa de Ginástica na última quinta-feira.
A federação anunciou que Ostapenko vai começar a trabalhar junto com o treinador chefe Alexander Alexandrov,que retornou à Rússia no mês passado,depois de trabalhar por 15 anos nos Estados Unidos.
Ostapenko havia voltado à Ucrânia no mês passado,após sete anos como principal treinador da equipe feminina do Brasil.Ele assegurou que iria começar a treinar a equipe ucraniana feminina em janeiro.
"Oleg Ostapenko já voltou à Ucrânia - ele será apenas o primeiro de nossos antigos treinadores que irão retomar seu trabalho aqui", disse o treinador da equipe masculina da Ucrânia,Igor Korobchinsky, numa conferência de imprensa, em novembro.
Ostapenko vai começar seu novo trabalho na Rússia em 8 de janeiro,durante o primeiro treinamento oficial no ano.
Ostapenko foi o treinador pessoal da campeã olímpica de 1992 Tatiana Lysenko,da campeã do Goodwill Games de 1990 Natalia Kalinina e da medalhista de prata no individual geral do mundial de 1999 Viktoria Karpenko.Ele também ajudou Lilia Podkopayeva nas conquistas do mundial de 1995 e jogos olímpicos de 1996.

Ostapenko volta a comandar a seleção feminina ucraniana



Após sete anos no Brasil,o treinador Oleg Ostapenko vai voltar a trabalhar em janeiro com as ginastas da equipe nacional ucraniano.
"Oleg Ostapenko já voltou à Ucrânia - ele será apenas o primeiro importante treinador a voltar a nossa seleção", disse o ucraniano treinador da seleção masculina Igor Korobchinsky.
Ostapenko foi o principal treinador da equipe ucraniana feminina nos Jogos Olímpicos de 1996 e 2000,treinando ginastas como Tatiana Lysenko,Natalia Kalinina e Viktoria Karpenko.
Ele também ajudou Lilia Podkopayeva nas conquistas do Mundial 1995 e Olimpíada de 1996 .
Ostapenko e sua esposa, Nadia Ostapenko, mudaram-se para o Brasil em 2001.Eles trabalharam no centro de formação nacional,em Curitiba,e ajudaram a supervisionar a incrível evolução que ocorreu na equipe brasileira feminina.
As ginastas brasileiras,conseguiram se classificar com uma equipe completa para os Jogos Olímpicos de 2004 e 2008,além de terem conquistado três medalhas mundiais individuais:uma prata de Daniele Hypolito do solo no Mundial de 2001, em Ghent,ouro de Daiane dos Santos do solo,no mundial de 2003, em Anaheim , E o bronze de Jade Barbosa do individual geral,no mundial do ano passado,em Stuttgart.
A equipe brasileira terminou em oitavo lugar nos Jogos Olímpicos de 2008 em Pequim, e saiu sem medalhas.Os membros da equipe Jade Barbosa,Daiane dos Santos e Laís Souza têm acusado a Confederação Brasileira de Ginástica de treiná-las utilizando métodos abusivos,alegando terem sido forçados a competir mesmo lesionadas.
Depois que terminou o seu contrato com a equipe nacional,Ostapenko não aceitou a proposta do clube Pinheiros, em São Paulo para ficar e voltar a treinar Lais Souza e Daiane dos Santos.
A equipe feminina ucraniana ficou em décimo primeiro em Pequim,sendo esse o seu pior desempenho na história.Nos Jogos Olímpicos de Atenas, a equipe terminou na quarta colocação.
"A Ucrânia tem perdido noventa por cento de seus peritos de ginástica",afirma Korobchinsky .
"Agora precisamos de jovens peritos,o que não é fácil.Afinal, é necessário conhecer mais de 2000 elementos e têm a graça de lhes ensinar aos atletas."