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13 de março de 2026Atletas de todo o brasil estão rindo para as redes sociais para discutir a sustentabilidade financeira dos clubes associativos brasileiros que irá sofrer sanções com as novas definições da Reforma Tributária. Isso porque um conjunto de medidas deve um cenário de aumento na carga de impostos para as entidades sem fins lucrativos.
A partir da transição plena em 2027, os clubes que optarem por não migrar para o modelo de empresa (SAF) deverão arcar com uma alíquota estimada em 15,6% sobre sua receita bruta. Essa tributação é composta pela soma do novo imposto unificado (IBS/CBS) com as contribuições previdenciárias, representando um salto significativo em relação ao regime de isenções que historicamente protegeu essas instituições.
Em resumo, a Reforma prevê que os clubes associativos percam parte de suas isenções históricas, passando a pagar uma carga tributária de aproximadamente 15,6% sobre a receita bruta a partir de 2027. O setor alerta que esse aumento ameaça a função social e o investimento em esportes olímpicos, já que o imposto sobre as associações será quase o triplo do aplicado às SAFs.
Atletas como Flávia Saraiva e Júlia Coutinho, ambas flamenguistas, se posicionaram contra a medida. “O esporte olímpico brasileiro está em risco. Mudanças na legislação e tributação taxam os clubes que mantém tantas modalidades vivas. Não podemos deixar isso acontecer”, disse Flavinha em um post do seu clube. “Antes do pódio, existe a formação, antes da medalha existe o clube. E é por essa base que seguimos firmes, defendendo o esporte olímpico”, completou Coutinho.


