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29 de novembro de 2025O Brasil novamente marcou sua presença no Mundial Juvenil de Ginástica Artística. Pedro Silvestre, nome que se destaca na categoria no país, conseguiu avançar à final do individual geral na edição de Manila, nas Filipinas, do evento, que se encerrou no último final de semana. Com 74.695 pontos, o brasileiro ficou em 22º na classificação geral.
O ouro coube ao russo Arsenii Dukhno, que somou 82.031 pontos. O japonês Ojima Não foi o vice-campeão mundial (81.799). O pódio foi completado pelo chinês Yang Lanbin (81.099).
Ao longo da carreira, Pedro acumula oito títulos nacionais no individual geral, em nove edições disputadas. Nos Jogos Pan-Americanos Júnior, em Assunção, o atleta ficou a apenas 0,1 do ouro no individual geral. Em se tratando de aparelhos, o atleta conquistou o ouro no cavalo com alças na capital paraguaia, e ainda obteve o bronze na barra fixa.
Caio da Silva, treinador que fez parte da delegação brasileira enviada às Filipinas, destacou alguns dos resultados que Pedro já alcançou na categoria adulta. “Ele conseguiu o bronze no Troféu Brasil e o ouro no Campeonato Brasileiro Loterias CAIXA, em Recife. Essas duas medalhas foram no cavalo. Na capital pernambucana ele também conquistou o ouro nas paralelas e a prata no salto”.
O treinador destacou a boa preparação feita para o Mundial. Além da aclimatação em Doha, o trabalho no clube foi intenso. “Trabalhamos duro desde janeiro para o Mundial Como ele estava inicialmente programado para julho, a preparação foi longa”, afirmou Caio.
Nas competições por equipes, a Ginástica Artística Feminina e a Ginástica Artística Masculina do Brasil obtiveram resultados idênticos: a 13ª colocação.
Robson Caballero, coordenador do Comitê Técnico de Ginástica Artística Masculina, analisou o resultado. “Tivemos agora a terceira edição do Mundial Juvenil. Se considerarmos que, na competição anterior, o Brasil ficou em 20º lugar, tivemos evolução. Diante disso, avalio que estamos no caminho certo”.
Adriana Alves, coordenadora do Comitê Técnico de Ginástica Artística Feminina da CBG, enxergou novas tendências na GAF. “Houve diversidade coreográfica na trave e uma escolha bem diferente de elementos nas paralelas por parte das japonesas. No solo presenciamos o retorno de acrobacias ligadas, algo que estava um pouco esquecido no feminino. Tudo isso mostra pra onde está sendo direcionado este ciclo”.
Com conteúdo da Confederação Brasileira de Ginástica


