• FIG abandona novo sistema de notas das provas de salto


    Em nota oficial, a Federação Internacional de Ginástica comunicou a todas as Confederações filiadas o abandono do novo sistem a de notas das provas de salto.

    "A comissão presidencial da FIG decidiu que o cálculo das provas de salto para MAG e WAG, tanto na qualificação para CIII e CIII, será alterado de volta para a versão do Código de Pontuação do ciclo 2008-2012. Isso significa que a média da pontuação dos dois saltos, atualmente calculada pela fórmula ((DVT1 + DVT2) / 2 + [10 - (VT1 E deduções VT2 + E
    deduções)] ND total = pontuação final), será cancelada.
     
    Esta decisão será válida a partir de 1 de abril de 2013. A revisão dos códigos de pontuação (a versão final será dada só após os cursos internacionais de arbitragem) será publicada até o final de março. Para as competições que acontecem até o fim de março, o sistema atual de cálculo pode ser aplicado."

    Uma pena...Eu tinha adorado a ideia da fórmula! Achei que as provas ficaram mais justas. E você, o que acha? Estava gostando da fórmula ou prefere as finais de salto como eram?
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    17 comentários:

    1. Foi uma pena mesmo, isso com certeza iria evitar que ginastas com quedas fossem medalhistas, como o caso da Maroney em Londres!

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      1. Mesmo com queda Maroney merecia até o ouro..pois ela é a única que realiza o amanar perfeitamente..é como o alexandrov disse "se vc acordar ela 3 da manhã, ela salta o amanar e acerta"

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    2. Eu tinha odiado, prefiro a soma e divisão literal mesmo.

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    3. AFFF

      FIG NÃO TERM FIRMEZA NAS SUAS DECISÕES?

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    4. eu achei que o sistema de pontuação apresentado desvaloriza muito "bons saltadores" para o all around. a ideia do sistema era valorizar a execução e fazer pesar mais uma eventual queda, mas acho que acabou rebaixando demais as notas em relação aos outros aparelhos... como sugestão eu diria que uma queda numa prova de salto poderia valer mais que 1 ponto... 1,5? 2? seria uma solução interessante, pois um amanar ou um produnova bem saltados mas com queda continuam tirando notas relativamente altas...

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      1. Filho, este sistema de salto, estava valendo apenas para o TF. AA e TF, eram apenas um salto.

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    5. Na minha opinião, todas as ginastas deveriam apresentar dois saltos. Pensem só em como seria mais legal no QUAL,.TF e AA ... um salto só evita maiores surpresas; além do que a prova de salto ficaria mais disputada.

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      1. Não se pode exigir de todas as ginastas, que sejam especialistas em salto!

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      2. Olá. De fato essa regra obrigaria todas as ginastas a serem especialistas no salto, mas por outro lado a prova de salto deixaria de ser essa prova isolada(duvido que em uma Olimpíada existam mais de 15 saltadoras)... a prova seria mais disputada e emoionante; exigiria a criação de novos saltos.

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    6. Cedrick desculpa estar fugindo do assunto e tudo mais, mas queria saber, oque tu acha que tah acontecendo com a ginastica do pais? Sinceramente eu à pouco tempo, admirava o esporte mas que qualquer outra coisa, principalmente porque o Brasil tinha uma boa influência no sentido geral, tínhamos uma equipe que por mais que já fosse meio antiga, dava conta do recado muito bem, mas oque se vê hoje, pelo menos ao meu ponto de vista, é uma coisa sem graça, sem vida, acabou o encanto, a alegria, e dá até uma impressão que ta tudo acabando aos pulos. A Day que se despediu (praticamente um símbolo da ginastica no Brasil), Diego caindo de novo em olimpíadas, as meninas que não chegaram nem perto de uma medalha, lesões, os meninos que foram ouro no Pan e nem classificados pras olimpíadas conseguiram ser, e isso sem falar nas coisas que estão nos bastidores de tudo, tipo, o flamengo era quase a escola dos campeões brasileiros e faz o que fez. Temos os melhores do país sem lugar pra treinar, cara isso parece absurdo. Claro que teve coisa boa também, temos um campeão olímpico de argolas, aí quando vamos ver como é a vida dele, descobrimos que o pai do cara faz os equipamentos dele treinar, e além disso estoura uma história de um vídeo que mostra ele e a galera da GAM aprontando ao que parece em pleno período de competição, sei que a vida pessoal deles não nos importa, mas não consigo mais olhar pro Arthur como um exemplo ou como se ele fosse digno da admiração de antes, ele e todos o outros, Jade ta parecendo um carro alegórico, Dani tbm (não que seja errado elas se arrumarem) isso com a desculpa de que cresceram e tudo mais, beleza mas por favor, cade o foco que o esporte exige? E pra completar tudo vem a CBG e o COB com um monte de frescura que não é de hoje. Enquanto isso vemos os nossos adversários mundo afora formando atletas incríveis todo dia.
      Entendo que o esporte é muitas vezes chato pra quem torna dele uma profissão, mas é o preço a ser pago, e tem uma nação inteira torcendo né. As olimpíadas aqui em casa são amanhã, e nossos atletas nem começaram a arrumar a bagunça ainda. Quem culpar? Nem sei mais... (Peço perdão mais uma vez por ter fugido do assunto e não precisa aprovar o comentário, só queria te fazer essa pergunta, se for possível responder oque você acha, me manda um e-mail: bielhip_hop@hotmail.com)

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    7. Agora ninguém vence mais Maroney!! E tome salto difícil no mundo!!!

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    8. Na minha opinião foi o certo a se fazer , a pesar do código antigo não resolver a questão de um salto com queda, mas de grande dificuldade ir parar no pódio.
      Esse novo jeito de avaliar os saltos sobrepunha execução a dificuldade, e avaliava os dois saltos como se fosse um único, consequentimente as notas iriam lá pra baixo, não que eu esteja dizendo que não importa a execução ( Um salto relativamente mais simples e bem executado é muito bonito e gera bons resultados como Nastia Liukin, com aquele yurchenko 1 1/2 quase perfeito no All-around olímpico de 2008 )mas se são dois saltos deveriam ser avaliados separadamente com seus respectivos erros e notas de dificuldade.
      No meu entender da ginastica, ao decorrer desse novo ciclo iriamos ver uma queda nas dificuldades, quem iria fazer um amanar ou produnova ? , podendo fazer saltos mais simples como DTY com menos chances de desconto, o que perderia um pouco aquela expectativa com o acerto do salto, aquela emoção da final !
      Tem ser um casamento perfeito entre dificuldade e execução ! Essa é minha opinião ! :D

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    9. Prefiro a forma anterior, pois cada salto é julgado de forma individual

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    10. Sinceramente, desde o início a fórmula me pareceu um recurso desnecessariamente elaborado para sanar um problema inerente ao código, que é a devida classificação do(a) ginasta de acordo com a qualidade da execução do seu exercício.
      A série de salto, diferentemente do que ocorre em todos os outros aparelhos, é composta por apenas UM elemento. Desse modo, eu acredito que esse aparelho deveria ter um sistema de descontos diferenciado. Vejamos a situação crucial, que é a queda. Podemos dividir a série de salto em três fases: primeiro voo, segundo voo e aterrissagem. Assim, a queda significa que um terço do elemento foi falho, e isso, a meu ver, deveria implicar um desconto de 2 pontos. Pronto! Não é necessária nenhuma fórmula especial, só isso bastaria para evitar casos como o da Maroney na Olimpíada (medalha de prata com queda). A impressão geral que temos é que um salto com queda é simplesmente um salto falho, por mais linda que seja a execução no ar. Vale lembrar que no código de 2001-2004, por exemplo, um elemento com queda simplesmente não era validado nos outros aparelhos, o que era uma punição ainda mais severa.
      Falei da queda, mas erros de postura nos voos também poderiam sofrer mais penalizações (0,1, 0,3, 0,5, talvez até 0,8 ou 1,0 para casos extremos -- me vem à cabeça um salto da legendária Chusovitina em que as pernas dela estavam tão abertas que pareciam dançar no ar, horrível de ver). Na ginástica masculina, vemos saltos com voos deficientes e chegadas duvidosas(ex. Flavius Koczi) alcançarem 9,2, 9,3 de execução e acho que os descontos mais altos contribuiriam para separar o joio do trigo. Eu torço sempre pelos romenos, mas os juízes foram muito benevolentes com o Koczi na final do salto em Londres, por exemplo. E com os descontos sugeridos a Yamilet Peña não se classificaria para as finais caindo, que é o que sempre acontece...

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    11. AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH FIG filadumarapariga que dá o doce mais gostoso pra mim e depois tira sem mais nem menos!! ò.ó

      Eu tinha adorado o sistema novo, já tinha estudado e decorado tudinho, já estava calculando as notas com o sistema novo de cabeça!! (E olha que, pra EU gostar de fazer contas, um fenômeno meteorológico precisa acontecer).

      E agora? Volta ao velho sistema "dificuldade acima de execução". Yeah, yeah...vamos ver muitas ginastas caindo e indo para as finais, caindo e pegando medalha...

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      1. e dai?
        As que executam pirueta e meia ou duas piruetas que arrisquem um amanar mesmo que quebrem o pé!
        Não adianta ir uma saltadora com salto 6.5 e ir outra querendo ganhar com salto de 5.8
        tem mais é que contar mais a dificuldade mesmo

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      2. Mesmo? E foi assim que a Ginástica deixou de "artística" para ser somente "potente".

        É fácil falar "vai lá, se quer vencer, faz um Cheng e quebre o pé!" (O Amanar não vale mais 6.5, vale 6.3. E o Cheng agora vale 6.4, ao invés de 6.5).

        Eu prefiro mil vezes um Baitova (DTY) e um Lopez lindamente executados (como os de Anna Pavlova em 2008) do que Amanares que machuquem atletas de ponta e sejam pessimamente executados.A WAG e a MAG nunca foram feitas somente de dificuldade, mas também de execução.

        Quem fala isso, que os ginastas e as ginastas tem que fazer o mais difícil, mesmo que isso signifique ter uma lesão tão séria que possa acabar com a carreira, não entende completamente o esporte e pior: não respeita os atletas, seus erros e acertos, suas dores e problemas.

        Quer ver saltos absurdos, insanos e impossíveis? Trampolim existe pra isso.

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