• Lorenna Antunes troca de clube


    A ginasta Lorenna Antunes, formada no Flamengo, trocou os olhares de Alexander Alexandrov pelos de Oleg Ostapenko. Lorenna agora é ginasta do CEGIN, clube que está sob o comando de Oleg.

    Sem dúvidas, o CEGIN é um grande clube e Oleg um grande treinador. Na teoria, a ginasta - assim como Lorrane dos Santos, que fez a mesma troca a um tempo atrás - continuará sendo bem cuidada e treinada. Entretanto, um fato curioso no CEGIN tem chamado à atenção de muitos ultimamente: as lesões.

    Mariana Oliveira é uma ginasta que, antes mesmo de chegar á categoria adulta nesse ano, já havia sofrido várias lesões, até mesmo com intervenções cirúrgicas. Ana Flávia já se lesionou também. A antiga geração de ginastas do CEGIN, sem comentários! Khiuani Dias, Ethiene Franco, Ana Cláudia Silva, Harumy de Freitas... Até a Jade Barbosa não escapou de uma lesão durante o tempinho que esteve lá!

    Acidentes acontecem? Sim. Mas, fora isso, alguma falha pode estar havendo. Ou os exercícios de força não estão sendo suficientemente eficientes ou o trabalho de fortalecimento e prevenção de lesões está sendo ignorado. Não há como contestar que algum fato esteja ocorrendo diante de tantas ginastas lesionadas.

    Todo sucesso é desejado para Lorenna Antunes, assim como para todas as ginastas que treinam lá. O clube tem ginastas talentosas, bons treinadores e boa estrutura. Mas para que todo esse sucesso seja concretizado, cubra as ginastas do CEGIN com as suas melhores orações.

    Foto: Ricardo Bufolin
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    3 comentários:

    1. Cada ginasta tem uma estrutura corporal, tem ginastas que são mais fortes fisicamente, tem outras que nem tanto, essa lesões consecutivas em ginastas, se dão devido ao esforço físico, talvez uma ginasta não tem explosão o suficiente para realizar um duplo mortal com pirueta, mas o seu tecnico insiste em treina lá para realizar determinada acrobacia.

      Komova e uma ginasta leve delicada, mas não e explosiva, sempre fica lesionada, devido ao esforço pra realizar determinada acrobacia , como por exemplo um Amanar!

      Essas lesões também se dão devido a falha técnica, um exemplo vivo e a Jade que se lesionou em 2008 por sobrecarregar o seu punho , nada me tira da cabeça que a lesão se desenvolveu por causa dos salto sobre a mesa.

      Podem observar que as Russas sempre se lesionam com mais facilidade! As americanas nem tanto, Daniele hypolito quase não se lesiona, no entanto nao se arrisca em acrobacias dificieis , respeitando o limite do seu corpo.

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    2. Parece que no cegin não trabalham fortalecimento adequado,as lesões não são cuidadas a tempo. Por isso tantas cirurgias, acho que os métodos de lá são ultrapassados. Não vejo a hora de Georgete tirar nossas meninas daquele lugar gelado.

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    3. Sabemos que Flamengo e Cegin possuem estilos diferentes de trabalho. Aparentemente o Flamengo é mais competente quanto à preparação física e prevenção de lesões. Por outro lado, tenho a impressão que o Flamengo "abandona" as suas ginastas com mais facilidade que o Cegin. Digo isso devido ao recente êxodo de ginastas para o Cegin pelos mais variados motivos (Jade e Dani foram dispensadas, Lorrane e Lorenna eu não sei ao certo o motivo, mas penso que não estavam recebendo muita atenção dos técnicos, Ana Cláudia voltou antes de se aposentar).

      O maior problema não é o método utilizado pelos dois clubes e sim a falta de outros centros de treinamento com qualidade semelhante a deles. E se a Lorrane de uma hora pra outra chegar à conclusão de que não se adaptou a viver em Curitiba? E se a Frida quisesse continuar treinando com outros técnicos? E se a Jade voltar a ter problemas com os métodos da Irina (como teve lá em 2008)? Elas não teriam mais para onde correr.

      Deixem cada ginásio manter os seus métodos, afinal, ambos já produziram grandes atletas. O problema está na quantidade. Particularmente, sinto vergonha por Estados tão grandes e ricos como Minas, Bahia e São Paulo não possuírem um centro de excelência (não estou desconsiderando Minas Tênis, Yashi, São Caetano, Barueri, Pinheiros, etc., mas a estrutura deles para o feminino está longe da alta performance).

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